Primeiras lições com Guincho Dandara 17.500 Libras

No primeiro dia do ano, recebemos a visita do querido casal Douglas e Simone (DHR Overlander), e combinamos de aproveitar o dia para as primeiras lições com o guincho. Douglas é um grande conhecedor e especialista na lida Off Road. Este lance de olharmos para o guincho foi motivado pelo fato de eu durante a semana tentar desenrolar o guincho sem êxito, e constatando, após pedidos de ajuda por telefone ao Douglas, que havia sido mal enrolado, ficando impossível desenrola-lo manualmente. Na função foi necessário ir puxando o cabo de aço com o veículo do Douglas, em marcha reduzida. Estava totalmente desalinhado e entrelaçado. Creio que isto tenha ocorrido lá na fábrica do Douglas. Função de desenrole feito, levamos o veículo para os fundos do terreno e o amarramos com cinta em uma árvore, para eu ter as primeiras lições de manuseio. Puxamos o Yete estando ele com freio de mão puxado, simulando o peso de um veículo atolado. Foi interessante estas primeiras noções de acoplagem do cabo com a cinta, desenrole e enrole do cabo, atentando para o uso de luvas. Atenção a segurança e cuidados fundamentais, foi de grande valia e um grande aprendizado. Ainda básico, mas já não sou um completo desconhecedor. Ali combinamos a necessidade de compra de mais alguns equipamentos como uma cinta menor de 5 metros, anilhas e uma patesca. E combinamos que no final de semana do dia 15 e 16 iremos "atolar o Yete" para simulação real de um resgate em situação de atolamento. 

Perrengue: Sangrando o Motor da F4000, por pane seca.

No último dia 05/01/2022, estava voltando com o Yete de Canela, da DHR Overlander, onde fizemos um ajuste na ventilação do ar condicionado novo instalado no Motor home, quando já chegando em Rolante, a cerca de 1 km de casa (já na estrada velha), fico sem diesel. Neste mesmo instante a Adelaide preocupada com a minha demora, liga para saber onde eu estava. Irritado, digo a ela que fiquei empenhado. Aqui cabe um esclarecimento: Na troca do tanque do Yete, de 150 para 210 litros, o marcador de reserva, agora acende seu alerta, faltando ainda 50 litros para o seu final. Levando em conta isso, acabei admitindo, para não deixar muito diesel no tanque, rodar com ele na reserva e eu ir "administrando". Tanto que neste dia, antes de subir a Canela abasteci 20 litros. Enfim , o fato é que me atrapalhei. No local da Pane, Adelaide vem me buscar. Resolvo ir buscar Diesel, e ao abastecer o Yete, ele bate o arranque mas não mais liga. Então constato, buscando orientação do Douglas e o Gian (meu mecânico que estava de férias), que entrou ar nos motores e devo sangrá-lo. Porém nunca tinha feito isso e não tinha a menor ideia de como fazê-lo. Este procedimento, já estava na minha lista de aprendizados a serem adquiridos, relacionados a mecânica básica. Não sabia que tão cedo e sozinho o teria. Para realizar a operação busco apoio no youtube e assisto vídeos onde observo o procedimento. Após almoçar, pois já havia passado a hora, convido o Artur a me acompanhar e vamos lá fazer a tal da "sangria" no motor. Para minha imensa alegria, consigo executar. O procedimento na verdade é muito simples, mas como sou um analfabeto em mecânica, qualquer aprendizado é uma descoberta para mim. A função toda rendeu um vídeo que talvez possa ajudar alguém com a mesma situação por aí, assim como um outro vídeo me salvou nesta situação. 

Yeti - Tour Virtual “New Yeti” - By DHR Overlander

Nosso Motor Home Yete, uma F 4000 4x4, ano 2011, passa neste ano de 2021 por um forte processo de melhorias e adaptações, que resultaram em um Motor Home mais adaptado as nossas necessidades e preparado para grandes e extensas viagens em distância e tempo. Aspectos de versatilidade, economia  e autonomia energética bem como segurança foram os principais itens trabalhados neste processo.